da editora Abril, de autoria da Sergipana Mônica Carvalho. Retrata a água
da torneira descendo pelo ralo de uma pia, fazendo alusão a um olho.
As pessoas são relutantes quanto a cuidar dos bens comuns. Na verdade, temos uma mente bem limitada quando se trata de pensar geograficamente. Olhamos para o nosso micro-ecossistema, ou seja, nossa casa, nossa calçada, nosso bens e só. Nosso pensamento é limitado também em relação ao tempo. Quando pensamos neste planeta, é difícil contabilizar os 4 bilhões de anos de idade da terra. Nossa preocupação, quando ela existe, é em relação ao pequeno decurso de uma vida.
Quando falamos em sustentabilidade, estamos pensando no planeta daqui a algumas gerações. Sustentabilidade é atender às necessidades do presente sem comprometer as possibilidades das futuras gerações atenderem suas próprias necessidades. Não dá para negar, estamos consumindo os recursos do nosso planeta desenfreadamente. A cada dia o consumo aumenta consideravelmente e especialistas dizem que as reservas de matérias primas não resistirão muito tempo para continuar suprindo as necessidades infinitas do ser humano.
Ouvimos cada vez mais nos meios de comunicação sobre a importância de mudarmos nossos hábitos. Mas parece que as pessoas não estão dando bola. Talvez elas não acreditem que os recursos são finitos.
Cientistas publicaram na revista “Nature” a descoberta dos restos de um hominídeo de 7 milhões de anos encontrado na África. Com base nesta descoberta dá-se noção da idade do homem na terra. Acredita-se que o ser humano começou a usar o fogo 1 milhão de anos antes de Cristo. Então, não foi ontem que começamos a explorar o planeta. Acontece que a 1 milhão de anos atrás não tínhamos 6.5 bilhões de pessoas na terra, e muito menos a extraordinária capacidade tecnológica de exploração de recursos naturais que temos hoje.
Realmente precisamos pensar nas gerações futuras. Talvez a situação não seja emergencial, como argumentam alguns cientistas menos catastróficos. Mas não dá para negar as mudanças na terra: Aquecimento global; escassez de água; poluição do ar; desmatamento; extinção de espécies de animais; etc.
Portanto, algumas atitudes podem ser feitas para minimizar o impacto do ser humano no planeta. A maioria delas depende de um esforço, que às vezes, é bem chato de ser colocado em prática. Mas não é nada em comparação com os benéficos futuros.
O link abaixo pertence a um site chamado “planeta sustentável”, uma iniciativa da Editora Abril, ele traz algumas informações importantes sobre como poupar energia, produzir menos lixo, preservar os reservatórios naturais de água potável, enfim, nos relacionarmos melhor com o nosso planeta para que as futuras gerações continuem a viver com o mesmo conforto que nós vivemos.




4 comentários
Oii Tiago
03 Julho, 2008a melhor matéria heim.
adorei!!!
é bem aquela historia....se cada um fizer a sua parte, pena que nem todo mundo pensa assim.
é uma lástima visualizar o buraco pra onde o planeta está se enterrando.
Pensamento sustentável, eis a saida.
beijos...
Estou de boca aberta mano... não pela sua capacidade de escrever e nos impressionar com tanta sabedoria, mais de nos alertar para uma realidade cada vez menos prioritária em nossas vidas; o da co-responsabilidade! Responsabilidade comunitária... Um por todos e todos por um....
04 Julho, 2008obrigado amigo, por me fazer acreditar naquilo em que acredito... A Vida!
Um abração e Deus contigo!!!
Bom dia Tiago.
08 Julho, 2008As pessoas não se preocupam muito com questões desse tipo pois o resultado/consequência delas estão além de suas próprias existência.
São atitudes tão simples que podem mudar o mundo, e talvez por serem assim simples as pessoas não dêem tanta importância. Mas é bom ver que corporações e entidades já estão se preocupando, porque ela são capazes de mobilizar mais adeptos e assim talvez consigamos diminuir o estrago que estamos causando no planeta.
23 Julho, 2008Abraços!
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