Diga não ao Floresta Zero!

quinta-feira, 24 de julho de 2008


Com este post venho divulgar com urgência a campanha "Meia Amazônia não", de iniciativa do Greenpeace.
Existe um projeto de lei tramitando no congresso que vai acelerar a destruição da Amazônia.
No site você pode assinar um documento para protestar contra o infame projeto de lei, apelidado de "floresta zero".
Participe!

Vídeos da Campanha:

video




Leia a petição endereçada aos deputados e senadores colocada no site:


Aos deputados e senadores:
Tramita no Congresso Nacional um projeto de lei que, se aprovado, será um golpe mortal para todas as florestas brasileiras e, em especial, a amazônica. O PL 6424/2005, conhecido com Floresta Zero, reduz a reserva legal da região para 50% e ainda permite compensar, em outros locais, qualquer desmatamento que vá além desse limite.
O Brasil demorou 450 anos para botar no chão praticamente uma floresta inteira, a Mata Atlântica, que se espalhava em 1 milhão de quilômetros quadrados entre o Paraná e o Rio Grande do Norte. Infelizmente, parece que não aprendemos nada dessa lição. A velocidade de destruição da Amazônia é quase dez vezes maior. Em pouco menos de 40 anos, já perdemos para sempre mais de 700 mil quilômetros quadrados de Amazônia – o equivalente a quase três estados de São Paulo. Se o Floresta Zero passar no Congresso, a devastação assumirá um ritmo ainda mais avassalador.

O Floresta Zero incentiva a derrubada da floresta e inocenta milhares de crimes ambientais. A Amazônia ocupa 5% do solo do planeta e abriga a maior biodiversidade do mundo. Somos hoje o quarto maior emissor de gases de efeito estufa do mundo. Cerca de 70% de nossas emissões são decorrentes do desmatamento e das queimadas.

Destruir a Amazônia provoca um grande impacto econômico e social no país. A chuva que é produzida na Amazônia é importante não apenas para a região. Ela ajuda na geração de energia, na produção de alimentos e no abastecimento de água no centro, sul e sudeste brasileiro. Para os mais de 22 milhões de brasileiros que habitam a Amazônia, o desmatamento nunca trouxe desenvolvimento social. Cerca de 85% dos casos de trabalho escravo do país ocorrem nas áreas desmatadas da Amazônia.

Ao invés de aumentar a proteção do meio ambiente e estabelecer metas para a redução do desmatamento, o Congresso Nacional estará dando as costas para a Amazônia e abrindo as portas para mais destruição. A sociedade brasileira exige um ponto final no desmatamento de nossas florestas, em especial a Amazônia. Seja a favor da floresta. Diga não ao PL 6424/2005.

Despertar com a saudade

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Toda manhã acordo com o programa “Bem Brasil”, no canal Sesc tv. A Televisão do meu quarto funciona como despertador, bem na hora do programa. Todos os dias desperto com meus artistas preferidos, na verdade, eles me acordam. Ontem foi o Pepeu Gomes, me chamando para abrir a porta e a janela e ver o sol nascer.


Hoje quem me acordou, trouxe uma felicidade especial para o meu dia. Renato teixeira, cantando a história da visita ao Rio de Janeiro com o seu pai. Não pude desgrudar os olhos e os ouvidos. Levei o café para a cama, pão com queijo e presunto e café com leite e vi o espetáculo todo.
O melhor é que fazia tempo que não ouvia o Renato. Às vezes agente esquece daquilo que gostamos, deixamos essas coisas essenciais ficarem distantes. Acho que são os compromissos da vida que nos atrapalham, essa vida no piloto automático. Mas é gostoso quando somos pegos de surpresa por uma música que não ouvíamos a “séculos”, a mente é provocada a trazer imagens de quando aquela música era assídua e a saudade vem.


Às vezes nem precisa ser um cantor predileto, mas apenas uma música que protagonizou uma novela antiga, ou aquela música chata que tocava no comércio toda vez que você passava pelo centro para ir almoçar. Eu por exemplo, estudei em colégio de freiras da oitava ao Terceiro colegial e, todos os dias, antes de começarem as aulas, tocava nas caixinhas amplificadas fixadas em cada sala de aula, músicas do Padre Zezinho. Naquela época de adolescência eu não agüentava aquilo, mas hoje se ouço por acaso “Utopia”, rolam as lágrimas nos olhos junto com todas as lembranças da escola.


Quando ouvi o Renato Teixeira nessa manhã lembrei de amigos que estão distantes. Lembrei também da descoberta da música caipira, ou folk, como ele mesmo diz, pois, antes, era cheio de preconceitos bobos com a cultura caipira. Quando ouvimos o Renato, tudo isso desmorona e só resta imaginar as cachoeiras, os passarinhos e o descanso na rede na fazenda. Mesmo quem nunca visitou o campo consegue ter saudades do que não viveu.



Planeta Sustentável

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Foto ganhadora do concurso "Planeta Sustentável"
da editora Abril, de autoria da Sergipana Mônica Carvalho. Retrata a água
da torneira descendo pelo ralo de uma pia, fazendo alusão a um olho.


As pessoas são relutantes quanto a cuidar dos bens comuns. Na verdade, temos uma mente bem limitada quando se trata de pensar geograficamente. Olhamos para o nosso micro-ecossistema, ou seja, nossa casa, nossa calçada, nosso bens e só. Nosso pensamento é limitado também em relação ao tempo. Quando pensamos neste planeta, é difícil contabilizar os 4 bilhões de anos de idade da terra. Nossa preocupação, quando ela existe, é em relação ao pequeno decurso de uma vida.

Quando falamos em sustentabilidade, estamos pensando no planeta daqui a algumas gerações. Sustentabilidade é atender às necessidades do presente sem comprometer as possibilidades das futuras gerações atenderem suas próprias necessidades. Não dá para negar, estamos consumindo os recursos do nosso planeta desenfreadamente. A cada dia o consumo aumenta consideravelmente e especialistas dizem que as reservas de matérias primas não resistirão muito tempo para continuar suprindo as necessidades infinitas do ser humano.

Ouvimos cada vez mais nos meios de comunicação sobre a importância de mudarmos nossos hábitos. Mas parece que as pessoas não estão dando bola. Talvez elas não acreditem que os recursos são finitos.

Cientistas publicaram na revista “Nature” a descoberta dos restos de um hominídeo de 7 milhões de anos encontrado na África. Com base nesta descoberta dá-se noção da idade do homem na terra. Acredita-se que o ser humano começou a usar o fogo 1 milhão de anos antes de Cristo. Então, não foi ontem que começamos a explorar o planeta. Acontece que a 1 milhão de anos atrás não tínhamos 6.5 bilhões de pessoas na terra, e muito menos a extraordinária capacidade tecnológica de exploração de recursos naturais que temos hoje.

Realmente precisamos pensar nas gerações futuras. Talvez a situação não seja emergencial, como argumentam alguns cientistas menos catastróficos. Mas não dá para negar as mudanças na terra: Aquecimento global; escassez de água; poluição do ar; desmatamento; extinção de espécies de animais; etc.

Portanto, algumas atitudes podem ser feitas para minimizar o impacto do ser humano no planeta. A maioria delas depende de um esforço, que às vezes, é bem chato de ser colocado em prática. Mas não é nada em comparação com os benéficos futuros.

O link abaixo pertence a um site chamado “planeta sustentável”, uma iniciativa da Editora Abril, ele traz algumas informações importantes sobre como poupar energia, produzir menos lixo, preservar os reservatórios naturais de água potável, enfim, nos relacionarmos melhor com o nosso planeta para que as futuras gerações continuem a viver com o mesmo conforto que nós vivemos.